Cláudia acordou no dia seguinte com o despertador, levantou muito mais rápido do que de costume porque era o dia de chegar a seu escritório o que havia adquirido em suas andanças pelo centro da cidade.
Chegou ao escritório e logo imprimiu o e-mail que falava sobre os procedimentos para conseguir sair daquilo que ela achava ser uma prisão em liberdade!
E então Cláudia começou a ler o e-mail:
Para: xxxxxxxx@xxxxxx.com.br
De: suporte@comquemmeencontro.com.br
Assunto: Comunidade de relacionamentos
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Atenciosamente
Suporte@comquemmeencontro.com.br
Dobrou o papel e guardou-o na bolsa, depois começou a pensar...
Se eu posso entrar anônima eu vou poder falar e fizer o que eu quiser, ninguém vai poder me ver e apontar o dedo dizendo que eu sou ou fiz alguma coisa, e deu um sorriso largo voltando seus pensamentos agora para o trabalho!
O dia passou lento, Cláudia sem perceber começou a ter conversas breves com seus colegas de trabalho.
Foi até a salinha do café e lá estava parado Sr. Otávio, que trabalhava no departamento financeiro da empresa há muitos anos e Cláudia por um impulso comentou...
Oi Sr. Otávio, tudo bem com o Senhor? E o trabalho? Como estão as coisas?
Oi Cláudia, puxa que bom vê-la aqui tomando um café, conseguiu se livrar um instante de sua mesa de trabalho né! Que bom... As coisas estão caminhando como sempre, muito trabalho, mas nada que a gente não consiga realizar.
Cláudia sorriu, tomou seu café em total silêncio e se despediu de Sr. Otávio, voltando para sua mesa.
O dia se encerrou, Cláudia foi para casa para ver se o porteiro havia recebido o computador que ela havia comprado.
Chegando à portaria encontrou o porteiro baixinho Sr. Carlos, e os dois se cumprimentaram...
Boa noite Dna Cláudia, e antes que ela perguntasse algo, exclamou!
Chegou uma encomenda para a Senhora Eu recebi aqui e deixei guardado para quando a Senhora chegasse!
Oba! Sorriu e deu um salto de felicidade! Eu estava esperando ansiosa por isso! Logo se deu conta de sua descontração e se retraiu com vergonha, pegando a encomenda e indo direto para seu apartamento.
Não quis fazer nada além de abrir o pacote e começar a instalar o computador em sua casa!
Alguns dias antes, Cláudia havia pedido para instalarem uma conexão banda larga e ela já estava pronta!
O técnico havia comentado que bastaria Cláudia conectar o cabo no computador que já estaria navegando na internet!
Cláudia então ligou o computador, conectou o cabo da internet e ficou extasiadas com a facilidade como as coisas hoje em dia funcionam!
Logo foi se cadastrar no site, pois não gostava de acessar sites desconhecidos em seu trabalho!
Começou a ler atentamente tudo o que estava escrito lá, prestou atenção a cada detalhe, lá no site havia duas maneiras de se cadastrar, uma como anônimo e outra como real!
Preferiu se cadastrar como anônimo preencheu o perfil com algumas características verdadeiras, mas outras falsas que não permitiriam as pessoas a reconhecerem com facilidade!
Tinha nessa comunidade uma área para conferência e outra privada onde só se conseguia saber o que estava acontecendo nessa área quem lá tinha autorização.
Sem fazer absolutamente nada em casa, nem tirar a sua roupa do trabalho, sentou-se no sofá da sala onde estava o modem de banda larga e entrou na sala de conferência pública!
Seu pseudônimo era “Eusoutimida” e ao lado havia um símbolo marcando usuário anônimo.
Cláudia ficou horas lendo o que todos escreviam, ela não fazia nada a não ser responder as perguntas que lhe eram feitas por outros usuários.
Como Cláudia não fazia nenhuma pergunta, logo as conversas se encerravam e isso continuou madrugada adentro.
Cláudia estava tão entretida e fascinada com o que rolava na conferência que não se deu conta de que já eram 3hs da manhã e que ela precisava descansar!
Olho para o relógio desligou o computador sem se despedir de ninguém tomou um banho e dormiu, as sete da manha seu despertador tocou e lá estava ela novamente de pé para ir para o trabalho.
Desta vez, Cláudia estava com um ar de cansada, mas como era muito responsável chegou no horário e executou suas tarefas com primazia, não vendo a hora de voltar para casa e continuar a fazer o que queria.
Novamente Cláudia freqüentou a cozinha de sua empresa e conversou rapidamente com alguns freqüentadores.
Todos estavam achando que Cláudia havia mudado e que tinha algo de bom acontecendo com ela.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
11.- A cobiça que consome!!
No dia seguinte, Cláudia se encontrou com Paulo e contou tudo o que tinha acontecido no dia anterior, ficaram novamente o dia inteiro juntos, sem se tocar, mas sempre próximos e apaixonados.
Saíram da escola no final da tarde, se despediram e foram se preparar para o pedido de namoro.
Paulo morava com os pais e era três anos mais velho do que Cláudia, tinha 21 e Cláudia 17, seus pais tinham uma condição financeira acima da média, mas o menino cresceu quase sem a presença dos pais.
Vivia pela casa, cercado por empregados e babás, em sua casa tinha piscina e nos fins de semana se acostumou a brincar sempre com os seus familiares e parentes.
Adorava assistir filmes onde haviam motoqueiros e rapazes vestidos com roupas pouco convencionais, gostava de ler livros, e sua biblioteca particular tinha mais de 200 exemplares, mas todos os livros de ação e trama.
Sua dicção era perfeita e sabia se expressar muito bem, era galanteador e charmoso, mas não gostava de se relacionar com meninas e mulheres que tivessem qualquer postura de sublimação.
Arrumou-se como de costume, jaqueta de couro, calças jeans, e um coturno (bota do exército), ele achava que a sua aparência não deveria servir como parâmetro para as pessoas o classificarem. Sentia que sua personalidade e seu caráter deveriam estar em primeiro lugar.
Chegou á casa de Cláudia onde já estavam todos esperando, foi recebido por sua pretendente que o segurou pelas mãos e o dirigiu para a sala.
Todos se levantaram e um a um Cláudia foi apresentando...
Este é meu Pai, Sr. João...
Boa noite Sr. João, prazer em conhecê-lo, estou muito nervoso, pois é a primeira vez que me apresento para a família de minha namorada e devo confessar que estou com os sentimentos aflorando e também com muitas expectativas sobre esse encontro.
Acalme-se rapaz, fique tranqüilo, somos uma família simples, apesar de a casa ser grande, estamos todos aqui para recebê-lo de braços abertos.
Obrigado Sr. João...
Está é minha mãe, Dna Luciana...
Boa noite Dna Luciana...
Boa noite filho... Seja bem vindo!
Esta é Rosa, uma irmã de coração...
Foi neste momento que alguma coisa aconteceu, Rosa desde que o rapaz adentrou-se a casa, não tirou os olhos do menino, mesmo sendo três anos mais velhos do que ele, ela simplesmente ficou fascinada pela forma despojada que o rapaz se vestia.
Quase não conseguiu disfarçar que havia sentido algo diferente...
Paulo então cumprimentou Rosa, sem perceber absolutamente nada.
Sr. João foi perspicaz e logo iniciou a conversa...
Rapaz, eu sei que é embaraçoso se apresentar a pessoas estranhas, principalmente pelos motivos que você se prontificou; então pode dizer, vamos finalizar esta etapa e partir para outra que acho ser muito mais agradável que é a do convívio familiar.
Paulo então olhou para todos e iniciou sua sitação...
Bom pessoal, Sr. João, Sra. Luciana e Rosa, por muitos dias fiquei admirando a beleza de sua filha na escola, eu estudo na ala da faculdade e sua filha está fazendo colegial, sempre nos intervalos eu prestava atenção e a via sempre sozinha.
Quando podia ia a salas de aula onde Cláudia estudava e ficava observando-a sentada e estudando.
Gostei dela e senti muita vontade de conhecê-la, Cláudia é uma menina especial e por ser especial estou aqui, antes de qualquer coisa, para pedir autorização a todos vocês para namorá-la!
É isso! Terminou Paulo, com o rosto suado e um pouco avermelhado de nervosismo!
Bom rapaz, eu vou falar pela família inteira! Exclamou Sr. João.
Criamos nossa filha para ser uma pessoa direita e que se dê e receba respeito de e para com todos. Apenas queremos a felicidade dela. Os dois são novos! Existe muita coisa para acontecer ainda na vida dos dois.
Peço apenas que os dois possam entender que eu, sua mãe e rosa não conseguiremos gerenciar o relacionamento de vocês, e isso não é o que queremos. Dure o tempo que durar, queremos que sejam felizes!
Agora! Vamos deixar de conversa e vem me dar um abraço futuro genro!
Todos se abraçaram e foram jantar!
Paulo se comportou como aprendera em casa, com educação e prestatividade, procurou dar atenção a todos!
Rosa por outro lado estava mais tímida do que o normal, calada, não se dirigiu a Paulo nenhuma vez, nem para perguntar se o moço havia gostado da janta a qual ela ajudou a preparar com Dna Luciana.
Ao terminarem, todos se despediram e a noite se encerrou de maneira perfeita.
Daquele dia em diante, Cláudia e Paulo iniciaram um namoro perfeito, passearam, se beijaram, se abraçaram todos os dias durante alguns meses!
Não se davam conta do tempo, nem da distancia que andavam juntos, nem das pessoas ao seu redor!
Estavam sempre na casa de Cláudia, conversando, jogando e namorando no quintal em que um dia Cláudia havia brincado!
Não perceberam que Rosa havia se afastado da família, e a vida continuava sem nenhum incomodo!
Rosa por outro lado, acompanhava todos os passos do namoro a distancia, vivia perguntando para Dna Luciana como os dois estavam e dentro de Rosa começava a crescer um ciúme e uma vontade de viver o que Cláudia estava vivendo.
Rosa também era uma mulher que gostava muito de Cláudia e dentro de si havia o sentimento de nunca magoá-la!
Paulo estava gostando muito de seu namoro, sentia-se feliz, acordava e dormia pensando em sua namorada.
O natal estava chegando e todos estavam ansiosos para festejarem, como era de costume a família de Rosa passava junto com a família de Cláudia.
Já os natais de Paulo eram pouco familiares, seus pais costumavam viajar e festejar em cruzeiros ou hotéis levavam sempre o filho para estas comemorações, mas neste ano Paulo preferiu passar com a família de sua namorada.
Foi uma alegria só os preparativos para a festa, Rosa, ainda apaixonada pelo jeito que Paulo tratava Cláudia, mas já se acostumando em vê-los juntos, brincou e ajudou em tudo!
Todos estavam felizes, colocando os enfeites de natal, as lâmpadas de iluminação da fachada da casa, armando a arvore de natal que na casa de Sr. João era enorme, quase chegava ao teto que tinha um pé direito de 3 metros.
Foi assim durante os 15 dias que antecederam o natal, e então o natal chegou. Rosa já estava muito próxima a Paulo, tratavam-se como cunhados realmente. Colocaram musicas de natal e brincava, brindavam e bebiam comemorando a data que havia chegado!
Rosa parecia estar normal, mas bebia mais do que estava acostumada, comportava-se como sempre, mas continuava a beber.
Todos se cumprimentaram e brindaram á ceia, os Pais de Rosa foram embora e Rosa mesmo estando um tanto alta, preferiu ficar e comemorar mais um pouco. E assim ficaram mais uma ou duas horas.
Sr. João estava cansado e antes de se recolher já percebendo o estado de Rosa, pediu para que Paulo a acompanhasse para casa, com medo de que algo acontecesse.
Paulo então concordou e no momento certo, se despediu de Claudia, deixando Rosa escorada pela parede da entrada da casa de sua namorada.
Rosa se apoiou nos ombros de Paulo e os dois foram caminhando, durante o caminho Rosa começou a se declarar e a dizer.
Paulo, eu te amo... Tropeçando nas próprias pernas, com voz entorpecida e com os olhos quase fechados...
Paulo, você é um homem lindo que toda mulher queria ter... Eu to apaixonada por você, quero um beijo seu, fica comigo Paulo... Eu te amo...
Paulo ficou surpreso com tudo o que estava escutando, mas mesmo assim, depois de todas as declarações e da oportunidade que tinha de se aproveitar da situação, continuou firme e entregou-a em casa.
Paulo havia bebido, mas moderadamente, e foi caminhando a sua casa que era distante, mas como a madrugada estava agradável decidiu fazer o percurso a pé!
Durante o caminho de volta para sua casa, começou a lembrar o que Rosa estava falando, e com um ar safado balançou a cabeça de um lado para o outro e sorriu durante muito tempo.
Aquela situação não saia mais da cabeça de Paulo... E ele começou a pensar... Pensar...
Continua....
Saíram da escola no final da tarde, se despediram e foram se preparar para o pedido de namoro.
Paulo morava com os pais e era três anos mais velho do que Cláudia, tinha 21 e Cláudia 17, seus pais tinham uma condição financeira acima da média, mas o menino cresceu quase sem a presença dos pais.
Vivia pela casa, cercado por empregados e babás, em sua casa tinha piscina e nos fins de semana se acostumou a brincar sempre com os seus familiares e parentes.
Adorava assistir filmes onde haviam motoqueiros e rapazes vestidos com roupas pouco convencionais, gostava de ler livros, e sua biblioteca particular tinha mais de 200 exemplares, mas todos os livros de ação e trama.
Sua dicção era perfeita e sabia se expressar muito bem, era galanteador e charmoso, mas não gostava de se relacionar com meninas e mulheres que tivessem qualquer postura de sublimação.
Arrumou-se como de costume, jaqueta de couro, calças jeans, e um coturno (bota do exército), ele achava que a sua aparência não deveria servir como parâmetro para as pessoas o classificarem. Sentia que sua personalidade e seu caráter deveriam estar em primeiro lugar.
Chegou á casa de Cláudia onde já estavam todos esperando, foi recebido por sua pretendente que o segurou pelas mãos e o dirigiu para a sala.
Todos se levantaram e um a um Cláudia foi apresentando...
Este é meu Pai, Sr. João...
Boa noite Sr. João, prazer em conhecê-lo, estou muito nervoso, pois é a primeira vez que me apresento para a família de minha namorada e devo confessar que estou com os sentimentos aflorando e também com muitas expectativas sobre esse encontro.
Acalme-se rapaz, fique tranqüilo, somos uma família simples, apesar de a casa ser grande, estamos todos aqui para recebê-lo de braços abertos.
Obrigado Sr. João...
Está é minha mãe, Dna Luciana...
Boa noite Dna Luciana...
Boa noite filho... Seja bem vindo!
Esta é Rosa, uma irmã de coração...
Foi neste momento que alguma coisa aconteceu, Rosa desde que o rapaz adentrou-se a casa, não tirou os olhos do menino, mesmo sendo três anos mais velhos do que ele, ela simplesmente ficou fascinada pela forma despojada que o rapaz se vestia.
Quase não conseguiu disfarçar que havia sentido algo diferente...
Paulo então cumprimentou Rosa, sem perceber absolutamente nada.
Sr. João foi perspicaz e logo iniciou a conversa...
Rapaz, eu sei que é embaraçoso se apresentar a pessoas estranhas, principalmente pelos motivos que você se prontificou; então pode dizer, vamos finalizar esta etapa e partir para outra que acho ser muito mais agradável que é a do convívio familiar.
Paulo então olhou para todos e iniciou sua sitação...
Bom pessoal, Sr. João, Sra. Luciana e Rosa, por muitos dias fiquei admirando a beleza de sua filha na escola, eu estudo na ala da faculdade e sua filha está fazendo colegial, sempre nos intervalos eu prestava atenção e a via sempre sozinha.
Quando podia ia a salas de aula onde Cláudia estudava e ficava observando-a sentada e estudando.
Gostei dela e senti muita vontade de conhecê-la, Cláudia é uma menina especial e por ser especial estou aqui, antes de qualquer coisa, para pedir autorização a todos vocês para namorá-la!
É isso! Terminou Paulo, com o rosto suado e um pouco avermelhado de nervosismo!
Bom rapaz, eu vou falar pela família inteira! Exclamou Sr. João.
Criamos nossa filha para ser uma pessoa direita e que se dê e receba respeito de e para com todos. Apenas queremos a felicidade dela. Os dois são novos! Existe muita coisa para acontecer ainda na vida dos dois.
Peço apenas que os dois possam entender que eu, sua mãe e rosa não conseguiremos gerenciar o relacionamento de vocês, e isso não é o que queremos. Dure o tempo que durar, queremos que sejam felizes!
Agora! Vamos deixar de conversa e vem me dar um abraço futuro genro!
Todos se abraçaram e foram jantar!
Paulo se comportou como aprendera em casa, com educação e prestatividade, procurou dar atenção a todos!
Rosa por outro lado estava mais tímida do que o normal, calada, não se dirigiu a Paulo nenhuma vez, nem para perguntar se o moço havia gostado da janta a qual ela ajudou a preparar com Dna Luciana.
Ao terminarem, todos se despediram e a noite se encerrou de maneira perfeita.
Daquele dia em diante, Cláudia e Paulo iniciaram um namoro perfeito, passearam, se beijaram, se abraçaram todos os dias durante alguns meses!
Não se davam conta do tempo, nem da distancia que andavam juntos, nem das pessoas ao seu redor!
Estavam sempre na casa de Cláudia, conversando, jogando e namorando no quintal em que um dia Cláudia havia brincado!
Não perceberam que Rosa havia se afastado da família, e a vida continuava sem nenhum incomodo!
Rosa por outro lado, acompanhava todos os passos do namoro a distancia, vivia perguntando para Dna Luciana como os dois estavam e dentro de Rosa começava a crescer um ciúme e uma vontade de viver o que Cláudia estava vivendo.
Rosa também era uma mulher que gostava muito de Cláudia e dentro de si havia o sentimento de nunca magoá-la!
Paulo estava gostando muito de seu namoro, sentia-se feliz, acordava e dormia pensando em sua namorada.
O natal estava chegando e todos estavam ansiosos para festejarem, como era de costume a família de Rosa passava junto com a família de Cláudia.
Já os natais de Paulo eram pouco familiares, seus pais costumavam viajar e festejar em cruzeiros ou hotéis levavam sempre o filho para estas comemorações, mas neste ano Paulo preferiu passar com a família de sua namorada.
Foi uma alegria só os preparativos para a festa, Rosa, ainda apaixonada pelo jeito que Paulo tratava Cláudia, mas já se acostumando em vê-los juntos, brincou e ajudou em tudo!
Todos estavam felizes, colocando os enfeites de natal, as lâmpadas de iluminação da fachada da casa, armando a arvore de natal que na casa de Sr. João era enorme, quase chegava ao teto que tinha um pé direito de 3 metros.
Foi assim durante os 15 dias que antecederam o natal, e então o natal chegou. Rosa já estava muito próxima a Paulo, tratavam-se como cunhados realmente. Colocaram musicas de natal e brincava, brindavam e bebiam comemorando a data que havia chegado!
Rosa parecia estar normal, mas bebia mais do que estava acostumada, comportava-se como sempre, mas continuava a beber.
Todos se cumprimentaram e brindaram á ceia, os Pais de Rosa foram embora e Rosa mesmo estando um tanto alta, preferiu ficar e comemorar mais um pouco. E assim ficaram mais uma ou duas horas.
Sr. João estava cansado e antes de se recolher já percebendo o estado de Rosa, pediu para que Paulo a acompanhasse para casa, com medo de que algo acontecesse.
Paulo então concordou e no momento certo, se despediu de Claudia, deixando Rosa escorada pela parede da entrada da casa de sua namorada.
Rosa se apoiou nos ombros de Paulo e os dois foram caminhando, durante o caminho Rosa começou a se declarar e a dizer.
Paulo, eu te amo... Tropeçando nas próprias pernas, com voz entorpecida e com os olhos quase fechados...
Paulo, você é um homem lindo que toda mulher queria ter... Eu to apaixonada por você, quero um beijo seu, fica comigo Paulo... Eu te amo...
Paulo ficou surpreso com tudo o que estava escutando, mas mesmo assim, depois de todas as declarações e da oportunidade que tinha de se aproveitar da situação, continuou firme e entregou-a em casa.
Paulo havia bebido, mas moderadamente, e foi caminhando a sua casa que era distante, mas como a madrugada estava agradável decidiu fazer o percurso a pé!
Durante o caminho de volta para sua casa, começou a lembrar o que Rosa estava falando, e com um ar safado balançou a cabeça de um lado para o outro e sorriu durante muito tempo.
Aquela situação não saia mais da cabeça de Paulo... E ele começou a pensar... Pensar...
Continua....
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
10.- Abrindo o coração!

Cláudia se via então na sua adolescência, quando pela primeira vez havia encontrado uma paixão, Paulo foi insistente, conseguiu driblar toda a timidez de Cláudia e com carinho pediu-a em namoro.
Cláudia por ser de família com costumes tradicionais fez questão de que Paulo se apresentasse a sua mãe e seu pai para o pedido formal de namoro, antes de darem qualquer beijo ou começarem a andar de mãos dadas.
Paulo, ansioso com a situação, concordou e quase que exigiu que o pedido fosse feito no dia seguinte, e então aguardaram como se aquele dia nunca mais terminasse.
Ficaram conversando e imaginando como seria seu namoro, fizeram muitas declarações, mesmo sem se conhecerem bem e sem terem tido qualquer gesto de intimidade, os dois pareciam que se conheciam há muito tempo.
Falaram de seus gostos, de suas vontades, de seus desejos, estavam conectados e com muito desejo de serem felizes.
Anoiteceu, Cláudia radiante dirigiu-se para sua casa, estava fascinada pela postura do rapaz que ela queria namorar e também por sua beleza, chegou a casa e comentou que durante o jantar iria comunicar algo que para ela era a coisa mais importante de sua vida.
Seu pai ficou curiosíssimo, Sr. João falou... Filha, conta para o seu pai, o que aconteceu de tão extraordinário que você quer nos contar durante o jantar?
Pai, o senhor é a coisa mais importante para mim juntamente com minha mãe, mas eu gostaria de falar com todos a mesa, queria que Rosa (a amiga e ex babá) estivesse conosco, eu a considero como minha irmã, eu não vou falar agora, depois eu falo, ta bom papai?
Tudo bem filha, disse o pai curioso e não se contendo foi em direção a Dna Luciana e perguntou... Mulher! Você por acaso ta sabendo de alguma coisa que eu não estou? Cláudia chegou a casa anunciando que queria fazer um comunicado a todos, inclusive para Rosa?
Querido, eu tenho a impressão que nossa filha está crescida, e você vai ter que ser paciente e compreensivo com ela, acha que ela está namorando e quer falar para todos.
Mas mulher, o rapaz, a gente não conhece, quem é, você já o viu antes? Ele tem quantos anos? E... Antes que Sr. João continuasse, Dna Luciana interrompeu dizendo...
Marido acalme-se eu acho que é isso, aguarde até á hora da janta, estou indo à casa de Rosa chamá-la para se juntar a nós, e, por favor, não vá procurar nossa filha para questioná-la antes que ela possa nos dizer do que se trata!
Ta bom mulher, eu vou fazer isso, mas eu vou fazer porque eu amo demais a todas as duas e acredito em nossa filha. Mas estou muito curioso! Exclamou o Sr. João, levantando as mãos pro céu e pensando dentro de si... O que será que ta vindo agora!
Dna. Luciana chegou á casa de rosa que ficava a alguns quarteirões de distancia, tocou na campainha e quando Rosa atendeu, Dna Luciana foi enfática e incisiva...
Oi Filha, sua irmã está precisando falar algo para toda a família e exigiu a sua presença!
Dna Luciana, tudo bem? Estou tentando terminar um trabalho de faculdade, ela não poderia me contar em outra oportunidade?
Ai filha, Cláudia te ama muito e vai ficar chateada e depois deve ser algo muito rápido, faz esse favor a ela!
Dna. Rosa, como é para minha irmãzinha eu vou, agora eu fiquei curiosa, a senhora não saberia me dizer do que se trata?
Se eu falar alguma coisa agora vai ser pura intuição e eu estaria sendo injusta com Cláudia que quer contar para todos.
Ai meu Deus! O que será?
Rosa gritou... Mãe estou saindo com Dna Luciana, vou jantar em sua casa e mais tarde eu volto para terminar meu trabalho!
Fechou a porta e foram as duas rindo e imaginando o que Cláudia queria contar
Chegou á hora da janta, todos ajudaram a colocar a mesa, Cláudia colocou a louça, Dna Luciana trouxe alguns pratos e Rosa a acompanhou, Sr. João já sentado em seu lugar de costume, ficou assistindo a tudo, segurando os talheres com uma mão e com a outra apoiada a mesa, começou a bater os dedos seqüencialmente como se estivesse com pressa!
Vamos, estou com fome, exclamou Sr. João que na verdade queria que Cláudia contasse logo o que estava acontecendo!
Calmo marido já está terminando, e eu sei que a sua fome não está tão grande, você está é curioso, não seja apressado!
É pai, eu vou contar pra todos, mas fiquem tranqüilos que vai dar tudo certo!
Todos se sentaram a mesa olharam um para o outro durante alguns segundos e então todos começaram a rir copiosamente.
Ao terminarem Cláudia então começou a falar...
Pai, mãe, irmã, eu to muito feliz, e queria dividir essa felicidade com vocês, eu conheci um rapaz muito lindo e que é respeitador, ontem conversei com ele e ele vem me pedir em namoro.
Todos ficaram em silencio e antes que alguém falasse algo Cláudia emendou...
Ele chama-se Paulo e concordou em pedir-me em namoro antes de andarmos de mãos dadas, é um rapaz da escola, me parece estudioso e não anda em más companhias.
Amanhã ele virá em casa para jantar, e eu gostaria que todos estivessem novamente juntos aqui para que ele possa se apresentar, pai, mãe, eu não sei muita coisa sobre ele, apenas o que conversamos hoje, mas amanha vocês poderão perguntar para ele.
Só vou pedir para respeitá-lo e não espantá-lo, porque ele é uma pessoa que vai ser muito importante para mim.
Todos ouviram atentamente o que Cláudia estava falando, Sr. João então falou...
Filha, você já falou que ele está te respeitando, nós de sua família te amamos muito e queremos muito a sua felicidade, eu penso que você está fazendo da maneira certa e vamos recebê-lo aqui de braços abertos.
É filha, vamos sim... Disse Dna Luciana...
Oba! Então eu vou ter um cunhado!!! Exclamou Rosa!! Super feliz!
Rosa era sete anos mais velha que Cláudia estava solteira por opção, era uma mulher de muitos amigos e antenada com tudo o que era de novo!
Todos jantaram e comemoraram o novo passo que Cláudia estava dando!
Continua...
Cláudia por ser de família com costumes tradicionais fez questão de que Paulo se apresentasse a sua mãe e seu pai para o pedido formal de namoro, antes de darem qualquer beijo ou começarem a andar de mãos dadas.
Paulo, ansioso com a situação, concordou e quase que exigiu que o pedido fosse feito no dia seguinte, e então aguardaram como se aquele dia nunca mais terminasse.
Ficaram conversando e imaginando como seria seu namoro, fizeram muitas declarações, mesmo sem se conhecerem bem e sem terem tido qualquer gesto de intimidade, os dois pareciam que se conheciam há muito tempo.
Falaram de seus gostos, de suas vontades, de seus desejos, estavam conectados e com muito desejo de serem felizes.
Anoiteceu, Cláudia radiante dirigiu-se para sua casa, estava fascinada pela postura do rapaz que ela queria namorar e também por sua beleza, chegou a casa e comentou que durante o jantar iria comunicar algo que para ela era a coisa mais importante de sua vida.
Seu pai ficou curiosíssimo, Sr. João falou... Filha, conta para o seu pai, o que aconteceu de tão extraordinário que você quer nos contar durante o jantar?
Pai, o senhor é a coisa mais importante para mim juntamente com minha mãe, mas eu gostaria de falar com todos a mesa, queria que Rosa (a amiga e ex babá) estivesse conosco, eu a considero como minha irmã, eu não vou falar agora, depois eu falo, ta bom papai?
Tudo bem filha, disse o pai curioso e não se contendo foi em direção a Dna Luciana e perguntou... Mulher! Você por acaso ta sabendo de alguma coisa que eu não estou? Cláudia chegou a casa anunciando que queria fazer um comunicado a todos, inclusive para Rosa?
Querido, eu tenho a impressão que nossa filha está crescida, e você vai ter que ser paciente e compreensivo com ela, acha que ela está namorando e quer falar para todos.
Mas mulher, o rapaz, a gente não conhece, quem é, você já o viu antes? Ele tem quantos anos? E... Antes que Sr. João continuasse, Dna Luciana interrompeu dizendo...
Marido acalme-se eu acho que é isso, aguarde até á hora da janta, estou indo à casa de Rosa chamá-la para se juntar a nós, e, por favor, não vá procurar nossa filha para questioná-la antes que ela possa nos dizer do que se trata!
Ta bom mulher, eu vou fazer isso, mas eu vou fazer porque eu amo demais a todas as duas e acredito em nossa filha. Mas estou muito curioso! Exclamou o Sr. João, levantando as mãos pro céu e pensando dentro de si... O que será que ta vindo agora!
Dna. Luciana chegou á casa de rosa que ficava a alguns quarteirões de distancia, tocou na campainha e quando Rosa atendeu, Dna Luciana foi enfática e incisiva...
Oi Filha, sua irmã está precisando falar algo para toda a família e exigiu a sua presença!
Dna Luciana, tudo bem? Estou tentando terminar um trabalho de faculdade, ela não poderia me contar em outra oportunidade?
Ai filha, Cláudia te ama muito e vai ficar chateada e depois deve ser algo muito rápido, faz esse favor a ela!
Dna. Rosa, como é para minha irmãzinha eu vou, agora eu fiquei curiosa, a senhora não saberia me dizer do que se trata?
Se eu falar alguma coisa agora vai ser pura intuição e eu estaria sendo injusta com Cláudia que quer contar para todos.
Ai meu Deus! O que será?
Rosa gritou... Mãe estou saindo com Dna Luciana, vou jantar em sua casa e mais tarde eu volto para terminar meu trabalho!
Fechou a porta e foram as duas rindo e imaginando o que Cláudia queria contar
Chegou á hora da janta, todos ajudaram a colocar a mesa, Cláudia colocou a louça, Dna Luciana trouxe alguns pratos e Rosa a acompanhou, Sr. João já sentado em seu lugar de costume, ficou assistindo a tudo, segurando os talheres com uma mão e com a outra apoiada a mesa, começou a bater os dedos seqüencialmente como se estivesse com pressa!
Vamos, estou com fome, exclamou Sr. João que na verdade queria que Cláudia contasse logo o que estava acontecendo!
Calmo marido já está terminando, e eu sei que a sua fome não está tão grande, você está é curioso, não seja apressado!
É pai, eu vou contar pra todos, mas fiquem tranqüilos que vai dar tudo certo!
Todos se sentaram a mesa olharam um para o outro durante alguns segundos e então todos começaram a rir copiosamente.
Ao terminarem Cláudia então começou a falar...
Pai, mãe, irmã, eu to muito feliz, e queria dividir essa felicidade com vocês, eu conheci um rapaz muito lindo e que é respeitador, ontem conversei com ele e ele vem me pedir em namoro.
Todos ficaram em silencio e antes que alguém falasse algo Cláudia emendou...
Ele chama-se Paulo e concordou em pedir-me em namoro antes de andarmos de mãos dadas, é um rapaz da escola, me parece estudioso e não anda em más companhias.
Amanhã ele virá em casa para jantar, e eu gostaria que todos estivessem novamente juntos aqui para que ele possa se apresentar, pai, mãe, eu não sei muita coisa sobre ele, apenas o que conversamos hoje, mas amanha vocês poderão perguntar para ele.
Só vou pedir para respeitá-lo e não espantá-lo, porque ele é uma pessoa que vai ser muito importante para mim.
Todos ouviram atentamente o que Cláudia estava falando, Sr. João então falou...
Filha, você já falou que ele está te respeitando, nós de sua família te amamos muito e queremos muito a sua felicidade, eu penso que você está fazendo da maneira certa e vamos recebê-lo aqui de braços abertos.
É filha, vamos sim... Disse Dna Luciana...
Oba! Então eu vou ter um cunhado!!! Exclamou Rosa!! Super feliz!
Rosa era sete anos mais velha que Cláudia estava solteira por opção, era uma mulher de muitos amigos e antenada com tudo o que era de novo!
Todos jantaram e comemoraram o novo passo que Cláudia estava dando!
Continua...
domingo, 14 de dezembro de 2008
9.- Mais um degrau pra felicicade!

Voltando para o tempo atual, Cláudia chega finalmente em seu destino, chamou um atendente e como uma administradora exemplar, fez todas as perguntas possíveis e imagináveis sobre o que precisava, Cláudia era também uma pessoa muito econômica, e então continuou a visitar diversos estabelecimentos que possuíam aquilo que ela procurava.
Depois de passar por todos os lugares que pode, e de ter perguntado e aprendido sobre o que ambicionava adquirir, decidiu e concretizou o negócio!
Foi par casa, exausta, mas com um ar totalmente diferente de todos os dias anteriores.
Chegando em casa, cumprimentou o porteiro de seu prédio Sr. Carlos, era porteiro antigo, um baixinho engraçado, um tanto fora de forma e que era acostumado a conversar com todos os moradores do prédio, mas com Cláudia era diferente, ela sempre chegava, era educada e entrava sempre rapidamente para subir a seu apartamento que ficava no sexto andar. Sr. Carlos, espantado por vê-la chegar aquele horário abriu o portão eletrônico para permitir que Cláudia entrasse no condomínio.
Cláudia então parou na guarita e iniciou uma conversa interessante...
Oi Seu Carlos, tudo bem? Nossa estou tão cansada, andei tanto pelo centro da cidade que meus pés estão doendo. Quase não deixou Sr. Carlos responder.
Sr. Carlos sem graça respondeu.. Olá Dna Cláudia, é mesmo, quando a gente caminha muito a sola dos pés doem sim, falou meio sem jeito e com um ar um tanto desconfiado da postura mais do que inédita de Cláudia.
É seu Carlos, agora vou subir, tenha uma excelente noite! despedindo-se do porteiro e subindo através do elevador para seu apartamento.
Cláudia desceu e foi direto abrir a porta, fechou-a vagarosamente sem pressa alguma, soltou o ar dos pulmões com um sentimento de alívio e de esperança.
Sentiu vontade de ligar o rádio, colocou em uma estação de música pop-rock que era o gênero que mais gostava, por ser um pouco tarde 21 horas, colocou em um volume moderado, e foi para o banheiro, tomou um banho demorado, dançando em baixo do chuveiro, a água que caía era morna, nem quente nem gelada, pegou sais de banho, creme para o corpo e shampoo pois aquela noite era especial e ela queria dormir totalmente limpa, nunca em sua vida de solteira havia lavado os cabelos para dormir.
Exagerou e acabou ficando 30 minutos em baixo do chuveiro, cantarolando e dançando, quando saiu, deu risada de si mesma pois estava com os dedos dos pés e das mãos enrugados, ficou acordada por mais 1 hora, nesse meio tempo secou os cabelos, colocou sua camisola, pintou sua unha de uma cor mais forte do que estava acostumada, queria ficar diferente, pois achou que havia descoberto uma forma de ser feliz e voltar a se socializar.
Foi para o seu quarto, ligou a televisão e adormeceu, Cláudia dormiu sem tomar seus remédios, não era para menos, estava exausta e cansada, mas ao mesmo tempo relaxada, pois o banho que havia tomado a transformou novamente em uma criança, cheia de alegria e esperança, crença e ansiedade!
No dia seguinte, Cláudia acordou com o despertador tocando, se deu conta de que havia dormido sem tomar seus remédios, levantou-se como sempre, e digiriu-se ao trabalho.
Algo estava mudado em Cláudia. Ao chegar no trabalho, todos notaram que estava diferente, Cláudia além de disponível para todos tinha algo mais que estava chamando a atenção.
No caminho para o trabalho..Cláudia havia passado em uma floricultura onde comprou Rosas e Flores do campo que a faziam lembrar de sua infância e improvisando um vaso com uma jarra de vidro transparente, colocou-as sobre sua mesa, logo ao lado do computador, era a posição que ela mais ficava no trabalho e por isso poderia admirar as flores o dia todo!
Melissa, uma colega de trabalho e que tinha mais intimidade profissional com Cláudia, estava com uma curiosidade imensa, e não conseguiu se controlar, chegou perto da mesa de Cláudia e perguntou se ela havia recebido as flores de algum admirador, pois sabia que Cláudia não namorava.
Cláudia gargalhou, depois sorriu e com muita simpatia respondeu!
Oi Melissa, você reparou nas flores? São lindas não? E eu recebi sim de um admirador, não na verdade foi de uma admiradora! Sorrindo novamente!
Melissa arregalou os olhos e logo Cláudia emendou... Eu mesma me dei estas flores, porque a partir de hoje eu serei a pessoa que mais gostará de mim.
Hummm Cláudia, já vi que você está escondendo o jogo não é colega, você ta certa, ele deve ser um homem interessante, disse Melissa sorrindo e piscando para Cláudia!
Cláudia entao sorriu e balançou a cabeça, não respondeu nada, pensou que seria um desperdicio de tempo tentar explicar o que estava acontecendo, mesmo porque tudo estava ainda muito no início.
Melissa saiu desconfiada e acreditando que Cláudia estava escondendo algo, mas como percebera sua felicidade, sentiu-se satisfeita com a resposta, .. por enquanto!
No escritório em que Cláudia trabalhava, todos tinham um tempo para tomar café e em uma dessas paradas, alguns colegas de trabalho comentavam que algo estava diferente e logo foram conversar com Melissa.
Melissa, conta pra gente.. o que aconteceu com Cláudia? Ela acordou vendo algum passarinho verde? Todos riram ao mesmo tempo e em tom baixo para não chamarem atenção.
Cláudia nunca tomava café, estavam todos descontraídos e rindo bastante, a vontade e com a certeza de que estariam seguros e que Cláudia jamais iria visita-los na copa.
Aquele dia parecia ser especial para Cláudia, ela se deu a oportunidade de tomar um café, sem perceber o que estava acontecendo, Cláudia ao entrar na copa nem reparou que todos estavam comentando sobre ela, e foi direto pegar um cafézinho!
Todos ficaram sem graça, mas com esperanças de que Cláudia não percebesse que estavam falando dela!
O dia de trabalho estava quase terminando, foi um dia bom, o trabalho fluiu e tudo funcionou como era esperado! Sua competência permitiu isso!
Com a cabeça no lugar, desta vez Cláudia conseguiu organizar todas as suas tarefas para o dia seguinte e partiu para dar prosseguimento ao que ela intimamente dizia ser sua nova fase!
Novamente chegou tarde em casa, e como havia gostado do que tinha feito na noite anterior, repetiu como uma criança todos os gestos, em uma reprise impecável!
Ela não se dava conta, mas sem qualquer outra coisa que pudesse ter ela já estava transformando a sua vida e tornando-a mais agradável para si.
Desta vez, deitou-se na cama e olhando para o této começou a pensar no seu primeiro sentimento de paixão!
Continua...
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
********* COMO ACOMPANHAR! ***********

O blog é atualizado todos os dias, portanto, a primeira postagem está no fim do Blog, e a mais recente no topo do blog!
Para acompanhar, basta lê-lo todos os dias!
Os Capítulos são numerados, e o leitor poderá saber onde se iniciam e onde terminam os textos.
Cada página contém 6 postagens, para ver as mais antigas basta clicar no texto logo abaixo da última postagem da página: "Postagens mais antigas"
Divirtam-se!!!!!!!!!!!
Obrigado!
FORMA DAS POSTAGENS:
/\
Capítulo n
.
.
.
Capítulo 3
Capítulo 2
Capítulo 1
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Capítulo 1
8.- Flertando com o coração

Paulo sabia que ela não tinha namorado, mas mesmo assim, com uma educação incorrigível perguntou..
Você está namorando? disse Paulo
Cláudia, olhou com vergonha para Paulo disse um não quase inaudível como se não quisesse ser ouvida, levantou-se pediu desculpas, tentou explicar que tinha um compromisso e saiu, apressada em êxtase.
Chegou em casa de maneira diferente, chamou atenção de Dna Luciana que logo percebeu algo de errado com sua filha e apenas movendo os olhos, seguiu sua filha até vê-la entrar em seu quarto.
Dentro, Cláudia se sentiu feliz, imaginou no Paulo um verdadeiro príncipe, sonhou acordada olhando para o teto de seu quarto que tinha uma pintura de céu, com nuvens, estrelas e uma lua cheia.
Já era noite e pensando na felicidade adormeceu.
Quando o dia amanheceu, acordou com Dna Luciana sentada ao seu lado na cama, no colo de sua mãe havia uma bandeja de café da manhã magnífica, com tudo o que se podia ter de direito, frios, frutas, suco, leite, achocolatado e três tipos de pães.
Dna Luciana segurou sua mão deu um beijo carinhoso e disse um bom dia gostoso, com uma voz calma, sedoza e muito confiável.
Oi filha, como foi seu sono? dormiu bem? - Disse Dna Luciana
Umhummm, respondeu Cláudia movendo vagarosamente sua cabeça de cima para baixo sem olhar para sua mãe, esticando os braços para pegar a bandeja que sua mãe segurava.
Filha, ontem você chegou, largou sua mochila no sofá da sala, não falou com ninguém e trancou-se no seu quarto.
Como eu vi que voce chegou inteira, achei que não seria agradável te procurar naquele momento, mas hoje minha filha, não posso deixar de perguntar o que aconteceu com você.
Mãe, eu não sei como falar pra senhora, mas eu fui paquerada por um rapaz lindo, e eu não sabia o que fazer, então me despedi quase sem justificativa e vim para casa. O que eu faço agora mamãe?
Filhinha, filhinha... iniciou falando Dna luciana, sorrindo aliviada, como é esse rapaz?
Ai, ele é um príncipe, é alto, magro, um corpo enxuto e não malhado, se veste um pouco diferente, usa jaquetas de couro camisa regata e calças jeans, uma bota parecida com as de policiais e sempre esta lendo um livro.
Mãe, nunca o vi com turmas, sempre está sozinho e eu por várias vezes já fiquei sem graça por vê-lo me observando. Sua voz é linda, parece um radialista e ontem ele chegou como um verdadeiro gentleman.
Eu não sei o que eu faço, fiquei com vergonha na hora que ele chegou e agora eu estou com vergonha de vê-lo novamente porque eu sai de lá com cara de assustada! Me ajuda mãe, o que eu faço?
Filha, tome seu café da manhã porque senão o leite esfria e enquanto isso eu vou tentar te ajudar a se aproximar desse rapaz
Dna Luciana e Cláudia ficaram conversando como duas amigas, esqueceram que eram mãe e filha e ficaram boas horas gargalhando e se divertindo com toda essa situação.
Agora está na hora de me aprontar para ir pra escola, disse Cláudia que decidida, não pensava em outra coisa, a não ser rever o Paulo.
Na escola, procurou por Paulo em vários lugares e sem desistir, achou o rapaz na biblioteca fazendo o que sempre fazia, lendo um livro.
Foi na direção em que Paulo estava, parou de frente para ele e quase sem conseguir levantar os olhos, viu o moço levantar a cabeça e dar um sorriso de felicidade ao ver quem tanto cortejava de pé a sua frente.
Continua... não esqueçam de comentar!!! obrigado!
Você está namorando? disse Paulo
Cláudia, olhou com vergonha para Paulo disse um não quase inaudível como se não quisesse ser ouvida, levantou-se pediu desculpas, tentou explicar que tinha um compromisso e saiu, apressada em êxtase.
Chegou em casa de maneira diferente, chamou atenção de Dna Luciana que logo percebeu algo de errado com sua filha e apenas movendo os olhos, seguiu sua filha até vê-la entrar em seu quarto.
Dentro, Cláudia se sentiu feliz, imaginou no Paulo um verdadeiro príncipe, sonhou acordada olhando para o teto de seu quarto que tinha uma pintura de céu, com nuvens, estrelas e uma lua cheia.
Já era noite e pensando na felicidade adormeceu.
Quando o dia amanheceu, acordou com Dna Luciana sentada ao seu lado na cama, no colo de sua mãe havia uma bandeja de café da manhã magnífica, com tudo o que se podia ter de direito, frios, frutas, suco, leite, achocolatado e três tipos de pães.
Dna Luciana segurou sua mão deu um beijo carinhoso e disse um bom dia gostoso, com uma voz calma, sedoza e muito confiável.
Oi filha, como foi seu sono? dormiu bem? - Disse Dna Luciana
Umhummm, respondeu Cláudia movendo vagarosamente sua cabeça de cima para baixo sem olhar para sua mãe, esticando os braços para pegar a bandeja que sua mãe segurava.
Filha, ontem você chegou, largou sua mochila no sofá da sala, não falou com ninguém e trancou-se no seu quarto.
Como eu vi que voce chegou inteira, achei que não seria agradável te procurar naquele momento, mas hoje minha filha, não posso deixar de perguntar o que aconteceu com você.
Mãe, eu não sei como falar pra senhora, mas eu fui paquerada por um rapaz lindo, e eu não sabia o que fazer, então me despedi quase sem justificativa e vim para casa. O que eu faço agora mamãe?
Filhinha, filhinha... iniciou falando Dna luciana, sorrindo aliviada, como é esse rapaz?
Ai, ele é um príncipe, é alto, magro, um corpo enxuto e não malhado, se veste um pouco diferente, usa jaquetas de couro camisa regata e calças jeans, uma bota parecida com as de policiais e sempre esta lendo um livro.
Mãe, nunca o vi com turmas, sempre está sozinho e eu por várias vezes já fiquei sem graça por vê-lo me observando. Sua voz é linda, parece um radialista e ontem ele chegou como um verdadeiro gentleman.
Eu não sei o que eu faço, fiquei com vergonha na hora que ele chegou e agora eu estou com vergonha de vê-lo novamente porque eu sai de lá com cara de assustada! Me ajuda mãe, o que eu faço?
Filha, tome seu café da manhã porque senão o leite esfria e enquanto isso eu vou tentar te ajudar a se aproximar desse rapaz
Dna Luciana e Cláudia ficaram conversando como duas amigas, esqueceram que eram mãe e filha e ficaram boas horas gargalhando e se divertindo com toda essa situação.
Agora está na hora de me aprontar para ir pra escola, disse Cláudia que decidida, não pensava em outra coisa, a não ser rever o Paulo.
Na escola, procurou por Paulo em vários lugares e sem desistir, achou o rapaz na biblioteca fazendo o que sempre fazia, lendo um livro.
Foi na direção em que Paulo estava, parou de frente para ele e quase sem conseguir levantar os olhos, viu o moço levantar a cabeça e dar um sorriso de felicidade ao ver quem tanto cortejava de pé a sua frente.
Continua... não esqueçam de comentar!!! obrigado!
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
7.- Lembranças!

Enquanto caminhava, quase não prestava atenção em nada, queria chegar rapidamente em seu destino para poder dar continuidade naquilo que ela imaginava ser algo que mudaria sua vida definitivamente.
Atravessava as ruas sem olhar para os lados, nem percebeu que o sinal estava fechado para pedestres e atravessou, carros buzinavam e Claudia não conseguia escutar, sua travessia assustou a todos que estavam no local, os carros desviavam, pois não tinham outra opção.
Estava pensando em tudo o que viveu durante ás três décadas de sua vida, o porquê de ser da forma como era, de agir como era.
Voltou então a sua infância, uma família de pessoas de classe média, tinha uma casa grande, com um quintal e brinquedos como balanço, gangorra, gira gira e escorregador, um jardim florido com rosas, margaridas e muitas flores do campo e plantas que traziam para o lar um ar de tranqüilidade e segurança.
Seu pai, João uma pessoa que progrediu profissionalmente sempre com austeridade e honestidade, sua mãe Luciana, uma mulher simples e dona de casa exemplar, vivia dedicando-se a educação de Cláudia e a satisfazer as vontades de João.
O cuidado com a família era tão grande, que criaram um mundo totalmente diferente dentro de casa, do que se passava do lado de fora dos muros daquele lar.
Cláudia então se lembrou dos momentos em que ela tinha a atenção de sua mãe e de sua babá Rosa.
Rosa era uma menina, tinha 17 anos quando começou a trabalhar para a família e era tratada como filha por João e Luciana, e por tudo o que estava recebendo, tinha Cláudia como uma irmã.
Rosa e Cláudia brincavam juntas, quase nunca Cláudia recebia a visita de suas amigas, quando saia para passear, estava sempre com Rosa que era demasiadamente protetora e por esse motivo nunca estavam brincando com outras crianças.
Cláudia cresceu se acostumando a viver em seu mundo particular, estudava em escola
tradicional de sua cidade e tinha em casa o complemento de sua educação.
Quando adolescente, Claudia decidiu pela primeira vez encontrar um namorado, mas como era introvertida, e com quase nenhuma capacidade de conversar, ficava sempre afastada e olhava com medo para os meninos de sua escola.
Claudia sempre foi uma criança bonita, se vestia bem e em sua adolescência recebia diversas cantadas, mas sua timidez sempre refutou qualquer pretendente.
Ela sabia que tinha de se cuidar e o fazia com primazia, gostava de fazer exercícios diários e para isso contava com um salão em sua própria casa com alguns equipamentos aeróbicos e anaeróbicos.
Um dia estava Cláudia sentada de frente à fonte que fazia parte da entrada de sua escola, estudando e tentando entender uma matéria que ela não conseguia assimilar, chegou um rapaz que sempre a olhava e a admirava, fosse á sala de aula, nos corredores da escola ou durante os intervalos.
Ele se apresentou, chamava-se Paulo, era bonito e também um tanto tímido, mas não o suficiente para impedi-lo de aproximar-se de Claudia. Sua intenção era clara e já conhecendo a fama da pretendente, ele com delicadeza perguntou-a se poderia sentar-se ao seu lado.
Claudia olhou para Paulo e quase de imediato ia dizer-lhe não, mas em um instante e olhando nos olhos de Paulo consentiu a sua Companhia.
Cláudia continuou a estudar e Paulo ficou sentado a seu lado em silêncio, admirando atentamente cada detalhe da mulher que ele somente via de longe, aproximou-se quase sem ser percebido e tentou sentir o perfume de Cláudia, olhou para seu rosto que estava descoberto, pois Cláudia estava com os cabelos presos a orelha, reparou em sua roupa e em seus pés.
Cláudia percebeu que Paulo estava olhando e enquanto ele a admirava ela sentia o que ele estava fazendo e sem que ele percebesse o fitava pelo canto dos olhos.
Cláudia em um impulso sorriu e Paulo tomou coragem e começou a conversar.
Nossa Cláudia! Exclamou Paulo.
O que foi? Perguntou Cláudia já se sentindo envergonhada e sem graça.
Seu sorriso é lindo, eu nunca tinha visto você sorrir antes, queria-te ver sorrindo mais. Disse Paulo também com um sorriso no rosto, mas determinado a continuar com a conversa.
Cláudia então sorriu com mais intensidade e demoradamente.
Houve uma pausa onde Paulo continuou a admirar Cláudia.
Continua...
Atravessava as ruas sem olhar para os lados, nem percebeu que o sinal estava fechado para pedestres e atravessou, carros buzinavam e Claudia não conseguia escutar, sua travessia assustou a todos que estavam no local, os carros desviavam, pois não tinham outra opção.
Estava pensando em tudo o que viveu durante ás três décadas de sua vida, o porquê de ser da forma como era, de agir como era.
Voltou então a sua infância, uma família de pessoas de classe média, tinha uma casa grande, com um quintal e brinquedos como balanço, gangorra, gira gira e escorregador, um jardim florido com rosas, margaridas e muitas flores do campo e plantas que traziam para o lar um ar de tranqüilidade e segurança.
Seu pai, João uma pessoa que progrediu profissionalmente sempre com austeridade e honestidade, sua mãe Luciana, uma mulher simples e dona de casa exemplar, vivia dedicando-se a educação de Cláudia e a satisfazer as vontades de João.
O cuidado com a família era tão grande, que criaram um mundo totalmente diferente dentro de casa, do que se passava do lado de fora dos muros daquele lar.
Cláudia então se lembrou dos momentos em que ela tinha a atenção de sua mãe e de sua babá Rosa.
Rosa era uma menina, tinha 17 anos quando começou a trabalhar para a família e era tratada como filha por João e Luciana, e por tudo o que estava recebendo, tinha Cláudia como uma irmã.
Rosa e Cláudia brincavam juntas, quase nunca Cláudia recebia a visita de suas amigas, quando saia para passear, estava sempre com Rosa que era demasiadamente protetora e por esse motivo nunca estavam brincando com outras crianças.
Cláudia cresceu se acostumando a viver em seu mundo particular, estudava em escola
tradicional de sua cidade e tinha em casa o complemento de sua educação.
Quando adolescente, Claudia decidiu pela primeira vez encontrar um namorado, mas como era introvertida, e com quase nenhuma capacidade de conversar, ficava sempre afastada e olhava com medo para os meninos de sua escola.
Claudia sempre foi uma criança bonita, se vestia bem e em sua adolescência recebia diversas cantadas, mas sua timidez sempre refutou qualquer pretendente.
Ela sabia que tinha de se cuidar e o fazia com primazia, gostava de fazer exercícios diários e para isso contava com um salão em sua própria casa com alguns equipamentos aeróbicos e anaeróbicos.
Um dia estava Cláudia sentada de frente à fonte que fazia parte da entrada de sua escola, estudando e tentando entender uma matéria que ela não conseguia assimilar, chegou um rapaz que sempre a olhava e a admirava, fosse á sala de aula, nos corredores da escola ou durante os intervalos.
Ele se apresentou, chamava-se Paulo, era bonito e também um tanto tímido, mas não o suficiente para impedi-lo de aproximar-se de Claudia. Sua intenção era clara e já conhecendo a fama da pretendente, ele com delicadeza perguntou-a se poderia sentar-se ao seu lado.
Claudia olhou para Paulo e quase de imediato ia dizer-lhe não, mas em um instante e olhando nos olhos de Paulo consentiu a sua Companhia.
Cláudia continuou a estudar e Paulo ficou sentado a seu lado em silêncio, admirando atentamente cada detalhe da mulher que ele somente via de longe, aproximou-se quase sem ser percebido e tentou sentir o perfume de Cláudia, olhou para seu rosto que estava descoberto, pois Cláudia estava com os cabelos presos a orelha, reparou em sua roupa e em seus pés.
Cláudia percebeu que Paulo estava olhando e enquanto ele a admirava ela sentia o que ele estava fazendo e sem que ele percebesse o fitava pelo canto dos olhos.
Cláudia em um impulso sorriu e Paulo tomou coragem e começou a conversar.
Nossa Cláudia! Exclamou Paulo.
O que foi? Perguntou Cláudia já se sentindo envergonhada e sem graça.
Seu sorriso é lindo, eu nunca tinha visto você sorrir antes, queria-te ver sorrindo mais. Disse Paulo também com um sorriso no rosto, mas determinado a continuar com a conversa.
Cláudia então sorriu com mais intensidade e demoradamente.
Houve uma pausa onde Paulo continuou a admirar Cláudia.
Continua...
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
6.- A Rotina que cega!

Cláudia, uma mulher bonita com cabelos longos, olhos cor de mel corpo esbelto, acordava todos os dias sempre apressada, olhava para o relógio e como um robô começava a fazer tudo o que se acostumou durante anos e anos.
Logo cedo, espreguiçava-se com vontade, impulsionava-se da cama como se já estivesse acordada a horas, ia diretamente para o banheiro, olhava para o espelho, torcia o nariz assim como fazia todos os dias, lavava o rosto e escovava os dentes.
Era acostumada a ter um espelho de mão, que utilizava para acertar sua sobrancelha enquanto estava sentada no vaso fazendo o seu xixi matinal, ao terminar colocava sempre o espelho em uma mesinha que ficava logo ao lado do box e ia para a sala ligar a televisão para escutar as notícias da manhã.
Corria então para a cozinha e preparava o seu café da manhã que era composto de cereais e uma vitamina de mamão com leite desnatado, pois sempre dizia a todos que ela envelheceria mas não perderia a forma.
Ocupava-se demasiadamente todas as manhãs, seus horários eram sempre estreitos e quase não dava para pensar em ter qualquer imprevisto, ahhh isso seria o fim do mundo.
Quando chegava no trabalho, cumprimentava a todos com educação e um sorriso único, sempre com um ar angelical, como se tudo na vida fosse perfeito, sem problemas e enfiava em seguida a cabeça no trabalho.
Nada tirava a concentração de Cláudia, o telefone de sua mesa tocava a cada instante, era interrompida por todos, estava sempre prestativa para dar o que ela podia.
Como ela conseguia se organizar e fazer tudo o que ela se propunha a fazer era um verdadeiro mistério, mas lá estava ela, trabalhando e se descabelando.
Ao encerrar o seu expediente Cláudia era metódica, organizava tudo o q estava em cima de sua mesa, catalogava suas tarefas para o dia seguinte e então dirigia-se para casa com calma quase que não querendo chegar.
Dentro de Cláudia por mais que ela tentasse preencher seu dia, no final ela acabava se sentindo totalmente solitária, torcia para a noite acabar rapidamente pois dentro dela existia um vazio que apertava seu peito, tão forte que a fazia ficar com falta de ar.
Ela chegava em casa.. corria para o banheiro, tirava sua roupa, banhava-se rapidamente para tirar todo o peso do dia, tomava dois comprimidos de seu calmante e deitava-se, rezando para que o sono cheguasse logo para tirá-la daquele sentimento de limbo total.
Cláudia tinha trabalho, dinheiro, casa, mas não tinha o que ela realmente precisava que era de amigos, ela era muito tímida e sua personalidade não a deixava relaxar quando próxima de qualquer pessoa onde o contexto não fosse estritamente profissional!
Cláudia no trabalho era segura, consciente, coerente, valente, destemida, e fora era uma mulher tímida, introvertida, receosa e com muito medo de errar.
Em seu trabalho, Cláudia tinha acesso a Internet e o mais incrivel é que ela nunca teve a curiosidade de navegar em absolutamente nada que não fosse relacionado as suas tarefas.
Um dia, Cláudia recebeu um email que por algum acaso do destino não ficou preso na ferramenta de filtragem de email desconhecido. Espantada e curiosa, Cláudia abriu a mensagem e dentro dela havia uma informação que lhe chamou muito a atenção.
Cláudia leu atentamente o email, essa mensagem a tocou profundamente e fez com que Cláudia pela primeira vez sentisse vontade de sair de seu trabalho com rapidez. Quase não se organizou para o dia seguinte e saiu então apressada pelas ruas.
Continua....
Logo cedo, espreguiçava-se com vontade, impulsionava-se da cama como se já estivesse acordada a horas, ia diretamente para o banheiro, olhava para o espelho, torcia o nariz assim como fazia todos os dias, lavava o rosto e escovava os dentes.
Era acostumada a ter um espelho de mão, que utilizava para acertar sua sobrancelha enquanto estava sentada no vaso fazendo o seu xixi matinal, ao terminar colocava sempre o espelho em uma mesinha que ficava logo ao lado do box e ia para a sala ligar a televisão para escutar as notícias da manhã.
Corria então para a cozinha e preparava o seu café da manhã que era composto de cereais e uma vitamina de mamão com leite desnatado, pois sempre dizia a todos que ela envelheceria mas não perderia a forma.
Ocupava-se demasiadamente todas as manhãs, seus horários eram sempre estreitos e quase não dava para pensar em ter qualquer imprevisto, ahhh isso seria o fim do mundo.
Quando chegava no trabalho, cumprimentava a todos com educação e um sorriso único, sempre com um ar angelical, como se tudo na vida fosse perfeito, sem problemas e enfiava em seguida a cabeça no trabalho.
Nada tirava a concentração de Cláudia, o telefone de sua mesa tocava a cada instante, era interrompida por todos, estava sempre prestativa para dar o que ela podia.
Como ela conseguia se organizar e fazer tudo o que ela se propunha a fazer era um verdadeiro mistério, mas lá estava ela, trabalhando e se descabelando.
Ao encerrar o seu expediente Cláudia era metódica, organizava tudo o q estava em cima de sua mesa, catalogava suas tarefas para o dia seguinte e então dirigia-se para casa com calma quase que não querendo chegar.
Dentro de Cláudia por mais que ela tentasse preencher seu dia, no final ela acabava se sentindo totalmente solitária, torcia para a noite acabar rapidamente pois dentro dela existia um vazio que apertava seu peito, tão forte que a fazia ficar com falta de ar.
Ela chegava em casa.. corria para o banheiro, tirava sua roupa, banhava-se rapidamente para tirar todo o peso do dia, tomava dois comprimidos de seu calmante e deitava-se, rezando para que o sono cheguasse logo para tirá-la daquele sentimento de limbo total.
Cláudia tinha trabalho, dinheiro, casa, mas não tinha o que ela realmente precisava que era de amigos, ela era muito tímida e sua personalidade não a deixava relaxar quando próxima de qualquer pessoa onde o contexto não fosse estritamente profissional!
Cláudia no trabalho era segura, consciente, coerente, valente, destemida, e fora era uma mulher tímida, introvertida, receosa e com muito medo de errar.
Em seu trabalho, Cláudia tinha acesso a Internet e o mais incrivel é que ela nunca teve a curiosidade de navegar em absolutamente nada que não fosse relacionado as suas tarefas.
Um dia, Cláudia recebeu um email que por algum acaso do destino não ficou preso na ferramenta de filtragem de email desconhecido. Espantada e curiosa, Cláudia abriu a mensagem e dentro dela havia uma informação que lhe chamou muito a atenção.
Cláudia leu atentamente o email, essa mensagem a tocou profundamente e fez com que Cláudia pela primeira vez sentisse vontade de sair de seu trabalho com rapidez. Quase não se organizou para o dia seguinte e saiu então apressada pelas ruas.
Continua....
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